Os 6 passos essenciais para um fluxo de caixa matador

Os 6 passos essenciais para um fluxo de caixa matador

Para que o seu negócio seja sólido e tenha um belo futuro, é preciso estar atento a diversas áreas, e uma das mais importantes é a financeira. Neste post, você vai conhecer seis passos essenciais para um fluxo de caixa matador e entender como esta ferramenta poderá auxiliar na tarefa de gerir as finanças da sua empresa.

1º passo: entender o que é fluxo de caixa

O fluxo de caixa é uma ferramenta financeira que, quando colocada em prática e utilizada da forma correta, poderá ajudar na gestão de uma empresa, auxiliando na organização das finanças e permitindo conhecer o fluxo de recursos disponíveis no final de um determinado período.

Apesar do nome, esta ferramenta não contará somente com os valores em caixa, mas também com aqueles em bancos e aplicações de curto prazo e que não têm carência para resgate. O fluxo de caixa, quando utilizado de forma projetada, também permitirá conhecer antecipadamente quais serão as possíveis entradas e saídas de recursos, o que possibilita fazer o planejamento financeiro de forma mais completa e segura.

2º passo: determinar um período de utilização

Um bom fluxo de caixa é aquele em que as informações são alimentadas diariamente, então, tenha o cuidado de registrar todos os dias o que entrou e saiu da sua empresa, o que permite o acompanhamento, em tempo real, de como estão as suas finanças.

Entretanto, caso você não tenha uma movimentação muito grande ou pessoal que possa ajudar nesta tarefa, este controle poderá ser feito semanalmente ou quinzenalmente, mas tome cuidado para não perder todos os comprovantes e documentos que serão utilizados para o registro no fluxo de caixa.

3º passo: implementar o fluxo de caixa

Agora que você já sabe o que é um fluxo de caixa e já definiu um período para sua utilização, é hora de implementá-lo. Separe todos os gastos como, por exemplo, aqueles com pagamento de pessoal e compra de materiais administrativos que foram pagos com recursos financeiros da empresa. Também é preciso separar todas as entradas de recursos, normalmente provenientes de recebimentos de seus clientes.

4º passo: alimentar as informações

Posteriormente, é preciso, com a utilização de uma planilha eletrônica ou software de gestão, inserir os saldos iniciais do caixa da empresa, contas correntes e de aplicações e, na sequência, contabilizar todas as entradas, que serão os valores positivos, e saídas de recursos, que serão os valores negativos. Assim, no final do período, comparando saldos iniciais mais as entradas e menos as saídas, você terá o fluxo de caixa.

5º passo: criar categorias

Para que o seu fluxo de caixa seja mais efetivo no controle das finanças, após inserir todas as entradas e saídas, crie diferentes categorias. Dessa forma, você poderá saber, por exemplo, quanto está gastando com funcionários ou ainda com contas de telefone e energia.

O mesmo poderá ser feito para as entradas, o que irá permitir conhecer quem são seus principais clientes e quanto, em média, cada um pagou para a sua empresa no período analisado.

6º passo: separar as despesas e registrar todos os valores

Alguns cuidados são necessários na elaboração do fluxo do caixa: o primeiro é separar as suas finanças pessoais das da empresa para que isso não comprometa a sua gestão financeira. O segundo ponto é o registro de todas as entradas e saídas, por menores que sejam, já que no final do período elas irão impactar em seu fluxo de caixa de forma significativa.

Neste post você viu o que é o fluxo de caixa, compreendeu como esta ferramenta funciona e qual sua importância para a gestão financeira do seu negócio. Também compreendeu como elaborá-la, observando o passo a passo e os cuidados que deverá ter no processo.

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